As primeiras 12 semanas

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No post de abril eu havia mencionado que 2018 seria um ano de grandes realizações, e maior de todas elas é a chegada no nosso primeiro filho prevista agora para julho. Antes de mais nada, estamos super felizes que a família está crescendo e que a minha gravidez até a semana passada tinha sido super tranquila, e só agora, na reta final, estou conseguindo parar para contar um pouquinho do que tem sido a nossa experiência de uma gravidez no Canadá.

Para quem já teve filho ou tem amigos que tiveram filho recentemente vocês sabem que a vida passa a ser contada por semanas e é assim que vou dividir essas 36 semanas que já se passaram…

As primeiras 12 semanas

Quando decidimos que era hora de aumentar a família eu marquei uma consulta com o nosso médico de família e perguntei se tinha alguma coisa que eu deveria fazer ou exame para saber meu atual estado de saúde antes de começar a tentar e para minha surpresa ele só me falou: “Toma ácido fólico e quando tu tiveres alguma suspeita marca uma consulta”.

E assim nós fomos, seguimos as instruções direitinho e depois do famoso exame de farmácia e com o resultado positivo lá fomos para o médico de família. (Essa é uma versão beeem resumida dos fatos, como vocês podem imaginar).

A partir daí, foram dois exames de sangue nessa fase, um para confirmar a gravidez bem no comecinho e o segundo para verificar se estava tudo certo comigo. Nessa fase a cada duas semanas estávamos no nosso médico de família para acompanhamento, que na verdade era medir meu peso, pressão e tentar ouvir o coraçãozinho do bebê (o que conseguimos lá pela semana 9). O meu acompanhamento foi bem simples, pelo fato que é a minha primeira gravidez e eu não faço parte de nenhum grupo de risco, sei que algumas pessoas que eu conheço fizeram alguns exames adicionais nesse período, principalmente por causa da idade ou se já haviam tido algum aborto espontâneo anteriormente.

Chegando no final dessas 12 semanas e com o risco de um aborto espontâneo para trás, foi a hora do nosso primeiro ultra-som. Esse ultra-som das 12 semanas é conhecido como o ultrassom de translucência  nucal, e é nele que são identificados algum problemas que o bebê possa ter como síndrome de down entre outras síndromes. O ultra-som é acompanhado de um exame de sangue para ter uma visão mais completa do estado de saúde e desenvolvimento do bebê.

É importante avisar que apesar de alguns bebes já mostrarem nesse ultra-som se vem um menino ou menina por aí, o técnico ou o laudo não vão incluir essa informação, isso é uma regra no Canadá e somente no exame morfológico das 20 semanas é que (caso você queira) ficará sabendo o sexo do bebê.

Tentei colocar um pouco do que foi esse comecinho de gravidez, focando em como funciona o sistema de saúde daqui, minha mãe, tia, prima, periquito, papagaio, todo mundo queria ficar dando pitacos e acho que sabendo direitinho o que esperar, a nossa ansiedade (que não é pouca sendo uma mãe de primeira viagem) vai se dissipando.

Esse primeiro trimestre é uma fase de incertezas, enjôo e cansaço, mas isso passa e assim chega a melhor fase – o segundo trimestre.

Nos próximos posts conto um pouco mais sobre esses últimos meses.

Lu

 

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